Resumo da 1ª temporada de «A Lista Terminal»: tudo o que você precisa saber
Uma missão clandestina nos túneis subterrâneos de Aleppo resulta em uma emboscada devastadora, dizimando quase todo o pelotão dos Navy SEALs liderado pelo comandante James Reece. O oficial sobrevive, mas retorna para casa com uma concussão severa e lapsos de memória constantes. Quando assassinos profissionais executam sua esposa Lauren e sua filha Lucy dentro de sua própria casa, Reece compreende a verdade: a tragédia na Síria não decorreu de uma falha de inteligência, mas de uma eliminação interna planejada. Diagnosticado com um tumor cerebral inoperável que lhe dá poucas semanas de vida, Reece elabora uma lista de alvos no verso de um desenho da filha e inicia uma violenta guerra de desgaste contra conspiradores do alto escalão.
A Operação Espada de Odin e o massacre em San Diego
Ao desembarcar em San Diego, Reece declara nos interrogatórios que o pelotão foi encurralado devido a dados falsos e que as gravações de áudio oficiais do combate foram adulteradas. Os investigadores da Marinha desqualificam seus relatos, atribuindo suas certezas a um trauma encefálico severo e estresse pós-traumático. Diante da insistência do comando em abafar o caso, Reece passa a suspeitar de seus superiores. A confirmação vem quando Ernest "Boozer" Vickers, o único outro integrante resgatado com vida, é encontrado morto a tiros em seu apartamento. A morte é registrada como suicídio, mas Reece identifica a execução na hora: o tiro partiu da pistola SIG Sauer de 9 mm com gravação personalizada concedida à equipe, uma arma que Boozer detestava e jamais utilizava, operando exclusivamente com pistolas calibre .45.
O quadro clínico de James piora com fortes dores de cabeça. Em uma clínica de imagem, onde uma ressonância confirma um volumoso tumor cerebral, Reece sofre um atentado por atiradores profissionais. O militar neutraliza a ameaça e corre para casa, encontrando Lauren e Lucy assassinadas com sua própria arma comemorativa personalizada, furtada de seu cofre. A partir desse instante, sua meta exclusiva passa a ser o extermínio de cada indivíduo cúmplice no massacre de sua família e na traição ao pelotão.
A pista mexicana e o projeto RD-4895
Ao lado de Katie Buranek
, correspondente de guerra da publicação Voltstream, e de Ben Edwards
, seu antigo parceiro de farda e atual operador de campo da CIA, Reece localiza o agente corrupto do NCIS Josh Holder. Sob coação, o investigador confessa sua cumplicidade com os atiradores, a adulteração da cena do crime e o nome do contratante. Reece executa Holder sem hesitar, eliminando o primeiro nome de sua lista.
Seguindo as pistas de Holder, Reece e Edwards localizam Saul Agnon, vice-presidente do fundo Capstone Industries e braço direito do bilionário Steve Horn. Torturado pela dupla, Agnon entrega o operador Marcus Boykin como o responsável por intermediar o contrato com os executores do cartel. Reece causa uma overdose letal de metadona em Agnon e, em seguida, abate Boykin com um tiro de fuzil em plena rodovia.
Decidido a alcançar os executores materiais, Reece segue para o México, onde Marco Del Toro, empresário e velho amigo de sua família, fornece esconderijo, remédios para controlar as crises do tumor e suporte bélico. Reece invade o complexo do cartel e executa friamente o autor dos disparos contra seus entes queridos: o assassino conhecido como El Navajas.
Em paralelo, as apurações de Katie Buranek revelam o estopim da conspiração: a Capstone negociava a compra multibilionária da empresa farmacêutica Nubellum, criadora da substância experimental RD-4895, projetada para conter o estresse pós-traumático em tropas de elite. O comando das Forças Armadas testou a droga secretamente nos soldados de Reece sem qualquer consentimento, provocando tumores cancerígenos letais no cérebro de toda a equipe. Para impedir o cancelamento do contrato e escapar de um tribunal militar, Horn e oficiais de alta patente enviaram o pelotão intencionalmente para a morte na Síria, ocultando o teste criminoso sob os escombros do campo de batalha.
A execução de Horn e a caçada nas montanhas
Reece ataca o centro financeiro da trama no coração de San Francisco: ele detona uma carga explosiva de penetração contra o comboio blindado de Horn e executa o magnata com um disparo à queima-roupa. Com a queda do líder da Capstone, Reece passa a ser considerado o homem mais procurado dos Estados Unidos. Nas montanhas de San Bernardino, uma força-tarefa do FBI comandada pelo agente especial Tony Layun cerca a região. Ferido e sem reforços, Reece aplica técnicas de sobrevivência na selva: cuida dos próprios ferimentos e arma armadilhas, mas opta por não alvejar fatalmente os agentes federais. Em uma transmissão de rádio direta com Layun, Reece expõe os crimes das autoridades, abalando a confiança do agente na versão do governo. A experiente aviadora militar Liz Riley resgata o soldado da área cercada utilizando um avião leve.
Queda da cúpula militar e o último nome
Em solo californiano, Reece avança sobre os generais e oficiais que autorizaram os testes humanos e a queima de arquivo. Com suporte tático de Edwards, ele liquida os responsáveis: afoga o comandante Bill Cox no mar em Coronado e rende os familiares do advogado militar capitão Leonard Howard, obrigando o oficial a vestir um colete de minas Claymore e entrar no gabinete do almirante Gerald Pillar, onde Howard aciona a carga e pulveriza a si próprio e ao comandante de operações.
O alvo final de Reece é a secretária de Defesa Lorraine Hartley
. Katie Buranek descobre que o pai de Hartley sofreu com severos distúrbios de guerra, transformando a descoberta de uma cura clínica em uma obsessão política para a secretária. Para acelerar o projeto, Hartley atropelou as exigências de segurança sanitária. Ao saber que o produto gerava tumores mortais, ela acobertou as evidências para proteger seu futuro político rumo à presidência, autorizando conscientemente a emboscada contra os soldados.
Reece invade a propriedade fortificada de Hartley na Ilha Orcas, aniquilando a equipe particular da empresa militar privada Talos e despistando o FBI. No abrigo subterrâneo, Hartley tenta justificar as mortes em nome de um bem maior, mas a repórter registra a confissão completa em um gravador. Diante do arrombamento da sala blindada por Reece, a secretária comete suicídio disparando contra a própria cabeça.
O desfecho acontece quando Katie Buranek rastreia as operações financeiras da empresa de fachada Oberon Analytics. A remessa de vinte milhões de dólares via banco peruano jamais foi destinada a Hartley, mas a Ben Edwards. Reece cerca o amigo em seu veleiro particular, onde Ben confessa ter repassado as coordenadas das tropas por julgar que morrer no calor do combate seria mais honroso do que definhar em um leito hospitalar em decorrência do câncer. Sem hesitar, James Reece atira em Ben, risca o último nome do papel e navega em direção ao Oceano Pacífico rumo a Moçambique.
O essencial antes da 2ª temporada
- A secretária de Defesa Lorraine Hartley, o executivo Steve Horn e os oficiais superiores envolvidos nos testes clandestinos foram eliminados, desarticulando a cúpula do acobertamento governamental.
- Ben Edwards foi desmascarado como o informante que vendeu a rota dos combatentes na Síria por vinte milhões de dólares, forçando James Reece a matar seu aliado mais próximo a bordo de um veleiro.
- A jornalista Katie Buranek preservou os registros documentais completos que comprovam as experiências biomédicas ilegais realizadas pelo Pentágono em militares ativos.
- James Reece rompeu o cerco das agências federais e partiu para águas internacionais em direção à África, vivendo sob tempo limite em virtude de um tumor cerebral inoperável.